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    O Filho Prodígio. Capitulo 3 - Rejeição.

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    Moisesbe
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    O Filho Prodígio. Capitulo 3 - Rejeição.

    Mensagem por Moisesbe em Seg Ago 27, 2018 12:27 am

    Ano terra: 1992
    Local: Oceano Atlântico - Carnivalia - Bar



    Uma semana se passara desde chega de Bé e seu irmão. Todos os lugares já estavam inteiramente funcionais, e a cidade já estava bem mais habitada. Tendo mais pessoas, que escolheram ficar ali. A cena mostra, ninguém mais que o nosso querido Bé. Ele era um rapaz novo, tinha um corte de cabelo que consistia em rastas.

    Bé caminha entrando no bar. As pessoas não o olhavam com bons olhos. Possivelmente por ser filho de Eddie, que não era assim tão respeitado como presidente da cidade. Porem isso não parecia afectar Bé, visto que ele nem era tão social, e simplesmente não dava a minina. Ele caminha e se apoia no balcão.



    Este tira do bolso ao que parece ser algumas moedas, olhando para elas ele mentalmente as começa a contar, depois olha em frente vendo algumas bebidas, ignorando por completo o olhar de desprezo do barman. Até que o homem com um tom antipático fala para ele.

    Barman: O que tu queres, filhinho do papa?

    Bé: Me dê uma cerveja por favor.

    Barman: Tens idade para beber esse tipo de coisa?

    Bé: Não se preocupe, meu papa deixa.

    Então o homem lhe serve e ele paga. Bé se vira para a Tv, onde passavam programas proprios daquela cidade. Eles não tinham acesso nem sequer a noticias do mundo lá fora. Ele pega no seu copo e começa a beber. Ao contrario de seu irmão, Bé estava pouco se fodendo para a atitude dos outros. Bé leva a bebida a boca e bebe alguns goles.

    No entando em uma mesa bem afastada, estavam vários homens falando entre si. Claramente faziam parte da familia italiana e demonstravam um ar mafioso. Estavam 3 homens e uma mulher, que pareciam ser novos, então os 3 se levantam e caminha até Bé, pareciam querer se meter com o mesmo, fazendo algumas afrontas a Bé.

    Italiano: Vejam só, o filho de Eddie, mas que privilégio!

    Italiano2: O que te trás por aqui ao nosso bar, palhaço?

    Bé continua a olhar para a Tv e bebe mais um pouco apreciando sua bebida.

    Bé: Ahh.

    Italiano: Vejam só, parece que ele tá surdo.

    Italiano2: O paizinho deve lhe puxar bem as orelhas a ponto de lhe fazer problemas auditivos.

    Italiano: Não estás a ouvir falando contigo?

    Então o 1º homem meio que lhe dá um pequeno encosto com a mão no ombro de Bé, que vai contra o balcão, o Barman parecia não ligar nenhuma para o que estava a acontecer.

    Italiano3: Sua familia me mete nojo.

    Bé levanta o dedo e fala.

    Bé: Bem, isso é problema seu.

    Italiano2: Fales na familia dele não, ele deve ser um covardezinho que nem o pai dele.

    Bé: Se vocês têm um problema com o presidente, porque não requisitam uma audiência com ele?

    Italiano1: Só se for para surrar a cara daquele assassino de merda.

    Italiano2: Ele deu sorte que Milani era velho, se fosse com um de nós que ele briga-se estava bem tramadinho.

    Italiano1: Olhar para mim quando falo contigo.

    Então o primeiro chega se bem perto de Bé e o volta a empurrar, que parecia ter nervos de aço. Foi quando a mulher que estava lá no escuro se aproxima, ela tinha um visual, muito diferente. Seu cabelo era um rosa muito claro, tal como a sua pele que era tão pálida que perecia um fantasma, uma maquinagem no rosto bem bonita, e dois pircings nos lábios. Ela parecia uma boneca viva.



    Italiana: Deixem ele em paz, primos. Ele não tem culpa daquilo que seu pai fez.

    Italiano3: Achas que ele também não o faria? Tal pai tal filho. Não confio em nenhum Ribeiro.

    Italiana: Chega, vamos embora.

    Então os 3 homens pareciam dar ouvidos a garota, eles se afastam um pouco de Bé até que um fala algo que não deveria.

    Italiano3: Tá, sorte a desse filho da puta.

    Bé pousa o copo e responde.

    Bé: O que tu me chamas-te?

    No entando mal o homem abre a boca, Bé lhe acerta um soco, com tanta força na boca dele, que cai para o lado literalmente a cuspir dentes e algum sangue.

    Italiano: Mas que?

    Italiano2: Ora seu...

    Bé parecia irritado, se deixa em pose defensiva defendendo socos do primeiro italiano que salta para cima dele, Bé se abaixa e empurra a barriga dele e com as mãos lhe puxa as pernas, o derrubando no chão, então Bé acerta algumas cotoveladas nele, porem o segundo age e agarra em Bé pelos braços com um Full Nelson.

    Então o 1º se levanta do chão e começa a acertar vários socos em Bé que estava indefeso. Bé parecia se irritar novamente e calca o pé daquele que o estava a segurar, então ele dá uma cabeça para trás se livrando dele. Então o 1º tenta lhe dar um soco, Bé intercepta segurando no punho do homem com a mão esquerda.

    Bé roda e o atira contra as mesas que se espalha por ali pelo chão, quando de repente alguém lhe quebra uma enorme garrafa de vinho na cabeça dele. Bé não cai ao contrario do esperado pela pessoa, fica um pouco tonto mas aparentemente igual, ele se vira e teria sido a mulher, se dava alguns passos para trás. Bé ignora ela por completo e caminha para fora do bar.

    Italiana: Hey.

    Ela jogava fora o resto da garrafa partida que tinha na mão, e seguia Bé.

    Italiana: Escuta aqui!

    Bé continuava a andar ignorando ela de um jeito que a incomodava, Bé andava de modo rapido a ponto que ela tinha que dar uma pequena corrida, e por trás esta lhe agarra pela T-shirt.

    Italiana: Não me ignores.

    Bé: Deixa-me.

    Então a garota deu em Bé um tapa, que claramente o incomodou porem ele não agiu.

    Italiana: Eu posso lutar também!

    Bé: Não entendi. Queres que eu te machuque?

    Italiana: Era o que...

    Bé: Meu pai faria?

    Ela não fala nada e coloca sua mão no ombro esquerdo soltando Bé, ela desvia o olhar para o lado.

    Bé: Eu não sou como o meu pai. Alias, eu nem sequer escolhi estar aqui, ao contrario de todos vocês. Estou preso, aqui. Com gente que me trata mal só porque meu pai deu o louco e matou sei lá eu quem. Até hoje não decorei nem o nome das famílias.

    Italiana: Ele... Te trouxe aqui contra a tua vontade?

    Bé: Eu nem sequer sei onde estou, se é na Atlantida ou num aquário gigante.

    Italiana: É uma cidade submersa...

    Bé: Não importa o que é! O que importa é que eu vou dar um jeito de sumir daqui.

    Então Bé se vira para seguir embora, porem a garota caminhava e voltava a lhe chamar a atenção, voltando a puxar na T-shirt dele.

    Bé: O que raios queres agora Barbie Doll?

    Italiana: Desculpa.

    Bé: Que?

    Italiana: Desculpa!

    Bé não estava ah espera de um pedido de desculpa, mesmo que não seja tão bom assim apenas seu irmão se demonstra preocupar sequer com ele naquela cidade.

    Bé: Por me teres dado com a garrafa nos cornos ou pelo tapa?

    Italiana: ...Por ambos.

    Bé: Está bem.

    Italiana: E eu não queria que me machuca-ses...

    Bé: Eu também não queria agredir ninguém. Quer dizer, querer queria, mas não ia faze-lo.

    Italiana: Eu sei, o que aconteceu com tua mãe...

    Bé: Não fales, na minha mãe.

    Bé desvia o olhar para o lado e ela parecia um pouco constrangida, poucos instantes depois ela dá um impulso com a mão até meio q assustando um pouco Bé, então esta estende sua mão a ele, que fica a olhar.

    Italiana: Meu nome é Jasmine.

    Bé: Isso não é nome italiano, é nome de princesa disney.

    Jasmine estava quase abaixando a mão quando Bé a cumprimenta.

    Bé: Gosto do cabelo, está engraçado.

    Jasmine: Engraçado?

    Bé: Sim.

    Jasmine: Isso... É um elogio?

    Bé: Deve ser.

    Então Bé se afasta um pouco porem Jasmine volta a chamar a atenção dele.

    Jasmine: Espera...

    Jasmine: Ah pouco falas-te que ias sair daqui...

    Bé: Falei?

    Jasmine: Como planeias fazer isso?

    Bé olha para um grande vidro, os vidros eram super resistentes para aguentar toda a pressão da agua, mas realmente é tudo o que havia por ali fora dos prédios agua. E eles estavam nas profundezas do oceano, sem jeito de sair a nadar, sem contar com animais maritimos perigosos.

    Bé: Felizmente não é preciso ser muito inteligente para saber, que se deu para entrar, também dá para sair.

    Jasmine: Nós viemos de submarino. E não tem outro jeito, mas talvez dê para conseguirmos acesso.

    Bé: Estás a falar no plural?

    Jasmine: Eu também não quero ficar aqui...

    Bé: Quises-te vir para cá.

    Jasmine: Isso foi antes de matarem meu avo...

    Jasmine então se mostra um pouco mais entristecida, afinal Eddie tinha matado o lider de sua familia, Milani de jeito bem brutal.

    Jasmine: Não sou apenas eu. Todos querem ir embora daqui. Temos um psicopata no comando.

    Ao falar aquilo também incomodou Bé, mesmo que o tenha dito sem querer, claramente dentro daquela conversa, qualquer assunto parecia sensível, mesmo que fosse algo lógico.

    Bé: Ele tinha seus motivos...

    Jasmine: Não existe motivos para torturar pessoas.

    Bé: Se passemos pela situação que ele passou, também iríamos perder o juízo.

    Jasmine: Eu sei que é teu pai, e talvez no fundo gostes dele, mas ele é um criminoso e deveria pagar pelos seus crimes.

    Então Bé se vira perto de uma pequena janela, em uma sala. Tinha montes de salas de estar e também alguns pequenos espaços com rádios e posters naquele edifício.



    Eles ficam alguns momentos sem dizerem nada, até Bé falar.

    Bé: Ele só queria recompensar me. E a meu irmão, queria nos dar uma vida diferente daquela lá em cima. Ele nos fez trabalhar, passar maus tratos, ficarmos doentes e cansados, mas fez isso apenas para nos mostrar o que realmente passamos na vida. E para nos mostrar aquilo que ele nos vai tirar.

    Jasmine: No entando preferias ter ficado lá em cima?

    Bé: Eu quero ser uma celebridade, quero fama, popularidade. Mas não porque meu pai ameaça cortar gargantas. E não porque reclamei isso. Mas sim porque eu mereci isso.

    Jasmine: Eu também gostava de ser uma celebridade.

    Bé: É sério?

    Jasmine: Sim. Eu tinha aspirações para me tornar em uma talentosa estrela, e participei de algumas bandas de garagem como vocalista.

    Bé: Porque não seguis-te isso?

    Jasmine: Mas foi o que eu fiz, meu avo me prometeu que eu poderia me tornar em uma cantora famosa aqui na cidade. Mas... As coisas mudaram.

    Bé: Desque tenhas talento, talvez te dêm atenção.

    Jasmine: Sim, eu tenho.

    Então Jasmine dava alguns passos para trás, Bé parava de olhar para a janela para prestar atenção nela, a garota faz umas poses que lembra muito baile ou vale, então ela dá uns pequenos passos e saltinhos usando de sua voz para cantar algumas notas, ela depois para aguardando por uma especie de feedback de Bé.

    Jasmine: Então?

    Ela deu passos bem elegantes e a voz realmente era muito boa, mas Bé discorda.

    Bé: Behh. Andar por ai aos saltinhos e falar "Lá so lá si fo da si", Qualquer um faz.

    Jasmine: Ah é? Então porque não tentas?

    Bé: Eu não danço.

    Jasmine: Porque não?

    Bé: Porque não sei?

    Jasmine tocava com seu dedo indicativo na cabeça mostrando um ar pensativo.

    Jasmine: Eu posso te ensinar.

    Bé: Mas também não sabes.

    Ela ri e toca no rádio o ligando, então Jasmine puxa Bé pelo braço o levando um pouco mais para a sala ao lado que é maior.

    Dark Vampire Music

    Então Jasmine puxa ele para o centro e lhe dá as mãos. Bé parecia bem calmo, eram poucas as vezes que ele convivia com outras pessoas, muito raramente com garotas. Ela colocava sua mão direita no ombro de Bé, que era ligeiramente mais alto que ela. Então ela com a esquerda segura a mão livre dele, e ela começa a dar alguns passos de dança, enquanto Bé a acompanha.

    Jasmine: Vês, não é assim tão dificil.

    Bé sorria e ficava mais animado, eles rodavam, de modo lento eles davam alguns passos de dança, claramente danças bem antiquadas, porem era bonito de se ver. Eles ficavam mais perto, praticamente abraçados, Jasmine apoia sua cabeça no ombro de Bé.

    Assim que Bé está prestes a abrir um sorriso, ele para do nada. Estático. Apenas olhando para um ponto especifico. A expressão dele mudava por completo. Jasmine notou algo e desviou a cara, ela olhou para Bé, que estava paralizado com seu tom de pele ainda mais branco do que o dela mesmo, como se tive-se visto um fantasma.

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    A culpa é tua Bé.

    Jasmine: Bé?

    A culpa é toda tua!

    Jasmine: Bé, o que se passa?

    Ela morreu, e tu és o culpado!

    Jasmine: Bé! Estás me a assustar...

    Tu vis-te bem o que causas-te? Tu matas-te a tua mãe!

    Jasmine: Fala comigo!

    Tu sabes disso.

    Jasmine: Por favor...

    Tu que deverias ter morrido e não ela!

    Jasmine: Eu tenho medo...

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    Bé ficava parado, Jasmine conseguia sentir as mãos dele a tremer, ela mostrava alguma preocupação falando com o mesmo, então ela sente alguns passos, não uns passos qualqueres mas sim outros passos de dança. Jasmine se virava, e via Eddie, dançando com um cadáver embalsamado ao som da música.



    Jasmine coloca as mãos na boca completamente enojada, ela se afasta para o lado com vomitos. Eddie se aproximava deles dançando com o corpo de sua esposa morta, então Jasmine fugia dali para fora, enquanto Bé ficava ainda sem reação ao ver aquilo, Eddie se aproximava dele segurando o corpo.

    Eddie: Hey pequeno! Olha só quem eu trouxe para nos visitar! Vai em frente, diz um olá a mamãe, tenho a certeza que estavas com saudades.

    Eddie meio que empurra o corpo contra Bé, que simplesmente o deixa cair no chão.

    Bé: A-Ah. Ahhh.

    Eddie então tira o sorriso do seu rosto fazendo um ar bem sério.

    Eddie: Porque atiras-te ela para o chão? Estás louco? Ela é tua mãe. E tu jogas ela assim para o chão como se fosse um saco de batatas?

    Ele questiona a Bé, que tão pouco prestou atenção no que ele falou.

    Eddie: Estás a ouvir!

    Eddie então dá um cascudo na cabeça de Bé tendo a atenção do mesmo.

    Eddie: Pega nela!

    Ele com a mão apontava para o corpo de Sónia, Bé parecia tremer imenso, e com dificuldades para fazer aquilo.

    Eddie: AGORA!!

    Bé então se aproximava do chão, ele lentamente envolve os braços na cintura de Sónia e a levanta, ele mostrava um ar angustiado que Eddie simplesmente nem sequer reparava.

    Eddie: Ah. Agora sim. Lindo garoto. Bé é lindo. Repete comigo. Bé é lindo.

    Bé: B-béh é lindo.

    Eddie: Muito bem. Dá um abraço na mamãe e te despede.

    Bé olhava para Eddie demonstrando agonia, que continuava a esperar.

    Eddie: Anda lá eu não tenho o dia todo! Tenho 5 familias por torturar. Muita merda.

    Bé então voltava a olhar para sua mãe, este faz um esforço e abraça o corpo dela. Bé fazia alguns grunhidos graves e via-se algumas lagrimas escorrendo pelo rosto do mesmo.

    Eddie: Owwn. Olha só querida, Bézinho ficou emocionado com este reencontro. Que lindo.

    Eddie batia algumas palmas.

    Eddie: Bem, agora vamos embora. Até depois pequeno!

    Eddie pegava no corpo de Sónia devolta, então Bé tomava uns impulsos se demonstrando repulsivo, este começa a andar com passo acelerado para ir embora dali. Então Bé vai até ao quarto de Filipe, Bé entra lá a dentro e se senta no sofa.



    Filipe estava encostado olhando para os vidros quando ele ouve Bé chegando, ele se vira e vê Bé sentado no sofa com as mãos tapando a cara, chorando e tremendo. Bé então tira as mãos da cara e parecia "limpar" seu corpo, fazendo movimentos bruscos e estranhos com as mãos. Filipe se aproxima e fala.



    Filipe: Bé? O que tens?

    Bé não respondia, e Filipe se abaixa.

    Filipe: Alguém te machucou? O que se passa?

    Bé: Eu... Eu quero ir embora... Eu quero ir embora. Eu quero ir embora!

    Filipe: Eu ouvi na primeira.

    Bé: Eu só quero sair daqui. Eu quero que tudo isso acabe... Eu não quero ficar aqui com ele.

    Filipe: O que foi que ele fez?

    Bé não respondia, Filipe então fala, de modo baixo.

    Filipe: Não dá para sair daqui.

    Bé: Então a gente vai dar um jeito.

    Filipe: Tu conheces ele! Sabe-se lá o que ele é capaz de nos fazer.

    Bé: Se não quiseres ir. Eu vou sair daqui sozinho.

    Bé se levantava seguindo direção a rua então surgia Filipe fechando a porta o interceptando.

    Filipe: Ok palhaçacinho, qual o plano?

    Bé: Plano?

    Filipe: Não dá para sair daqui sem um plano.

    Bé: Eu não sei...

    Filipe: Tudo bem...

    Então Filipe vem até a janela, seguido de Bé. Eles ficam a observar o mar. Filipe toca no ombro de Bé com a mão e fala em tom baixo.

    Filipe: Também já me fartei disso. Um dia a gente sai daqui.

    A cena então dá fadeout.


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