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    O Filho Prodígio. Capitulo 6 - Um adeus.

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    Moisesbe
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    O Filho Prodígio. Capitulo 6 - Um adeus.

    Mensagem por Moisesbe em Ter Nov 20, 2018 10:07 pm

    Ah, bom e velho Bé. O que aconteceu com ele naquela altura questionam vocês? Bem, vocês certamente não estão a espera daquilo que está por vir, mas cá estou eu, o bom e velho narrador vos falando sobre, o rumo de Bé a

    Algumas semanas se passaram desde o ultimo episodeo. Bé foi preso, enjaulado e foi retirada dele qualquer pingo de, liberdade. Foi tirado dele seus amigos, sua amiga e seu irmão. E ele se viu trancado. Em uma... Jaula.

    Pobre Bé. Pobre Bé. Tão sozinho. Tão solitário, mas sabes o melhor? Oq? A historia está somente começando. E eu já estou cansado de a escrever...





    Uma pequena sirene vermelha começa alarmando. Bé acorda ele parecia sentado no chão da jaula, ele cruza as pernas se colocando em pose de meditar. Ainda com os olhos fechados, Bé movimenta o pescoço para os lados enquanto a jaula de onde ele estava preso começa descendo, parecia pendurada. Ela se movimentava para os lados mas o corpo de Bé permanecia daquele jeito. Um silêncio grande, grande demais para um Bé no destaque da cena. A jaula continua descendo.

    Todo o cenário era escuro, mas dava para notar que a jaula descia até ah umas aguas profundas, aquilo era possivelmente no Porto. Antes da cabeça de Bé for submersa dá para ver o mesmo a pegar folêgo e respirando fundo para conter a respiração. Então a jaula desce pelas profundezas e dá para ver o rosto de Bé se contendo, e suas bochechas cheias, se vê uma movimentação bem rapida e pesada ao fundo pela agua enquanto Bé ignorava tudo e mantinha concentração e seus olhos fechados. Quando uma criatura, um tubarão surgia.



    O animal (o tubarão) vinha com toda a força e velocidade tremenda embatendo contra a jaula que era bem pesada, a ponto de amassar as grades, a jaula era pequena mas resistente para isso, então o turbarão voltava a nadar um pouco aos circulos enquanto batia nela abrindo a boca demonstrando vontade de devorar o rapaz que estava no interior, dava para ver os caninos quase tocando na pele de Bé que continuava a manter os olhos fechados.

    Após algum tempo a respiração de Bé começava a deitar bolhas mostrando a falta de ar, mas devido a sua calma conseguia aguentar o maximo de ar possivel e se manter vivo, até que a jaula começa a subir. Já denovo fora de agua Bé mantinha exatamente a mesma posição de que quando entrou, apenas tossia alguma agua e abria os olhos quando a jaula pousava finalmente no chão da sala. Vendo o homem na sua frente.



    Bé: Vais ter que variar na torturas. Começo a ficar aburrecido e nosso amigo lá em baixo não vai muito com a minha cara.

    Bé ria de forma cómica, mesmo sendo na presença de seu tão temido pai. Ed por vez fazia um ar sério caminhando em direção até ele, Ed tentava com a mão chegar até a cara de Bé, porem Bé com um impulso afastava-se das grades da frente mudando sua espressão, Ed apontava para ele demonstrando alguma frustração.

    Ed: Vais me falar onde eles estão. E todos vocês vão pagar por vossos crimes.

    Bé: Quem és tu para chamar criminoso a alguém?

    Bé reclamava mas se mantinha afastado enquanto apontava o dedo. Ed batia na jaula e falava para os capangas.

    Ed: Tirem no dali. E lhe metam a camisa.

    Então eles abriam a porta, muitos capangas entravam o sucifiente para conseguirem conter o nosso Bé enfraquecido do passado. Eles começam a agredir o mesmo que se deitava no chão colocando os braços em frente da cara. Então após isso entrava outro colocando, uma camisa de forças em Bé, após prenderem a mesma, Bé se começava a debater e a tentar se libertar mas sem sucesso. Então Ed fazia sinal e eles levantavam o rapaz, um de cada lado e o puxava de rastos para fora dali seguindo Ed com eles.

    Bé: Onde me levas? Vou ser ameaçado por um polvo agora?

    Bé tentava se soltar mas tudo o que fazia era ser golpeado pelos homens que o carregam. Quando eles chegavam em uns corredores totalmente brancos, que ele nunca tinha visto e também estava tudo bem vazio e silêncioso. Quando Bé é arrastado até um lugar, onde a parede deslizava como uma porta e mostrava uma sala também branca, completamente vazia e também uma especie de janela que tudo o que dava para ver era outra sala branca. Os homens atiram Bé lá para dentro e fecham a parede.

    Bé: Onde estou eu! Tirem me daqui!

    Bé ficava se debatendo no chão não se conseguindo nem colocar em pé devido a camisa. Quando ele o faz se encosta na janela tentando espreitar, ele com seus olhos se colocava em várias posições tentando ver o que era aquilo, quando do nada surge Eddie lhe dando um jumpscar fazendo Bé cair para trás.

    Bé: Onde eu estou! Em um manicómio? Mas que raio!

    Ed: Nos vemos daqui a um ano, quando cumprires a tua pena.

    Bé: A minha pena? Mas a saga do Pato não é essa! Hey, volta aqui.

    Então Ed ia embora do local e deixava Bé sozinho se debatendo.

    Bé: Volta aqui! VOLTA AQUI!

    Bé: Não! Hey!

    Bé: Eu não quero ficar aqui sozinho...

    Bé: Eu não fiz nada de mal. Eu não fiz nada! A culpa não é minha!

    Bé começava se debatendo com muita mais força, a suficiente para ir contra as paredes da pequena sala e cair pelo chão, ele tentava se soltar da camisa até na dentada, mas sem sucesso, ele encostava a cabeça na parede resmugando, ele então se sentava, não conseguia nem sequer abraçar suas pernas e se colocar em uma pose mais satisfatoria, ele apeas fica reclamando.

    Bé: A culpa não é minha.

    A culpa é toda tua. Tu matas-te ela! Tu matas-te a tua mãe!

    Bé: Não fui eu. Eu não queria. Foi um acidente.

    Bé começava levemente a bater com a cabeça na parede, ele claramente falava sozinho. Apenas ele e as vozes de dentro de sua cabeça. Quando a cena ia se afastando dele, enquanto o volume dele resmugando ia ficando cada vez mais baixo. E a cena mudava.

      Data/hora atual: Seg Dez 10, 2018 11:37 am